Friday, November 20, 2009

Os meus leitores são melhores do que os teus!



Obrigada, Andrea!

I like Annie Leibovitz #5



[Mad Men]

Thursday, November 19, 2009

Spilt milk

Wednesday, November 18, 2009

Pedacinhos de tempo livre XIII



















Tuesday, November 17, 2009

Cartas de Amor #34


(…) Sinto-me tão morto, tão humilhado, que dificilmente me ocorre uma ideia boa ou bela. Mas não desalentado ao ponto de desistir de ti, mas tão amargo, tão ferido nos meus sagrados sentimentos, tão cercado pelo mais vulgar dos lugares comuns. Se ao menos recebesse uma palavra tua! (…) Nem mesmo me é permitido ver-te! (…) Dá-me consolo, Bom Deus, não me deixes perecer em desespero. Sinto a minha vida arrancada pelas raízes.

[De Robert Schumann para Clara Wieck]

Do outro lado da vida



Admito que nunca li nada da Margarida Rebelo Pinto (e como tal não posso dar nenhuma opinião sobre o seu trabalho), mas a Bertrand partilhou comigo esta frase do seu novo livro (O dia em que te esqueci) e como gostei, resolvi partilhar também.

Quando amamos alguém, não perdemos só a cabeça, perdemos também o nosso coração. Ele salta para fora do peito e depois, quando volta, já não é o mesmo, é outro, com cicatrizes novas. Às vezes volta maior, se o amor foi feliz, outras, regressa feito numa bola de trapos, é preciso reconstruí-lo com paciência, dedicação e muito amor-próprio. E outras vezes não volta. Fica do outro lado da vida, na vida de quem não quis ficar ao nosso lado.

Monday, November 16, 2009

Last movies seen



Sunday, November 15, 2009

Please don't stop the music #1



Engines - Gary Go

Saturday, November 14, 2009

Made by Google #1



[Descoberta de água na Lua]

É mais ou menos isso



Há dias em que não sei o que fazer com as saudades que trago.

Pelo sim, pelo não, vou metê-las num vaso com terra e regá-las com paciência.
Pode ser que algum dia floresçam. Quero acreditar que gostas de flores.

Friday, November 13, 2009

Gato Preto vs Gato Branco



Sexta-feira 13 ou não, o que é certo é que hoje pela fresca ia partindo uma perna. Não estou a exagerar, não, que vi a coisa mal parada. Do mal o menos, só ficaram umas nódoas negras e umas dores que não devem durar mais que um par de dias.

Thursday, November 12, 2009

Cartas de Amor #33


É verdade, amor querido, esta felicidade de que nós gozamos, esta liberdade com que de tempos a tempos nos vemos, nos abraçamos, nos beijamos, é imensa, é infinita, minha R. A quaisquer amantes bastaria, á maior parte deles seria demais. Bem o sei. Mas como é possível que nos contente, que nos satisfaça a nós que temos levado este sentimento aquele grau de paixão angélica, aquele grau de entusiasmo divino que tão rara vez aparece na terra. (…)

R., minha vida, meu amor, meu Deus! Eu sei que não blasfemo em te chamar meu Deus, porque tu realmente, verdadeiramente foste a imagem escolhida pela Providência para me representar o seu poder na terra, para me fazer crer nessa invisível força que domina tudo e que faz a desgraça ou a infelicidade da vida, independentemente das coisas materiais dela.

Não chames a isto ilusões, não, to peço; não são, não podem ser. O que eu sentia há um ano por ti, a loucura com que te desejava, a admiração que me trazias – podia ser ilusão, podia ser excessivo entusiasmo de namorado. Não sei – que já então, então mesmo, eu sentia – e senti-a de repente, e senti como por milagre – uma tão poderosa atracção da minha alma para ti que, através de todas as aparências e predisposições contrárias, ma levou ao íntimo da tua e me fez adivinhar o que tu mesma encobrias. Mas fosse o que fosse então, o que tu mesma encobrias. Mas fosse o que fosse então, o que é hoje é diferente, hoje depois de tantas e tão diversas e tão variadas provas – tão cruéis e amargas umas, tão doces outras – hoje este sentimento não só sobreviveu mas se sublinhou com todas elas, hoje, R., não há aqui ilusões, não há o que se chamam ilusões, não há cegueira de amor, não há dessas visões que tanto mais belas são, tanto menos duram – fumo do ardente facho do amor humano que insensivelmente se dissipam e não deixam por fim senão a triste realidade de todos os desejos, de todas as paixões terrestres – a saciedade, o fastio sucedendo à ânsia do apetite.

Oh! Não, minha R., o nosso querer é o de duas almas predestinadas a juntar-se aqui nesta vida antes que na outra se juntem em Deus. Pagamos bem o tributo aos sentidos, porque não temos outra expressão senão a deles para nos comunicarmos, para identificarmos as nossas existências, mas o nosso amor não está aí, está no espírito, está na divina parte do nosso ser que, sim, reflecte no que em nós há de humano e terrestre, mas não reside nele.

Pois não vês tu que nos conhecemos melhor agora que sabemos mais dos nossos defeitos e contudo nos amamos mais? Não vês que esgotamos a taça do prazer, e sentimos cada vez mais desejos? Que depois de estar juntos horas, ainda damos preço a um só instante (…)?

Minha vida, minha alma, anjo celeste de amor que me apareceste quando eu já não queria nem desejava nada nesta absurda vida do mundo, deixa-me desabafar contigo assim, que me sinto hoje carregado com uma electricidade de amor, que me estala este coração se não derramo sobre o teu parte desta torrente que quer rebentar dele. (…)

Duvidar às vezes de ti outro pecado meu. – Mas nesta dúvida não há senão o receio natural numa grande paixão, e nada tem de ofensivo, traduzido devidamente, quer dizer ciúme – companheiro constante e inseparável de todo o amor.

De que mais podes acusar-me? De querer saber tudo da tua vida passada, de estar aprofundar na ferida que tanto me dói? Deixa-me: É uma acção involuntária dos nervos, é uma propensão inevitável, é aquele sentimento que nos faz apertar o lado onde está a dor. Que remédio para isto? Nenhum. Como me hei-de emendar deste defeito? Quando isso me for indiferente. E nunca o há-de ser, nunca me hei-de emendar.

Mas dize tu, dize tu com verdade. Do que eu tenho sabido, do que me tens dito tu ou outros tem vindo diminuição no meu amor, na minha estima? – Bem o sabes que não, porque eu adoro em ti a mulher interessante que sempre foste para mim, mas amo em ti a mulher pura e fiel que tu hás-de ser para mim. E tudo isto é assim, é mais que isso, e por fim não é nada disto, e só é certo que te amo, que te quero, que te idolatro além de toda a expressão. E tu bem o sabes.

[De Almeida Garrett para Rosa Montufar Infante]

Wednesday, November 11, 2009

1 Nó

Tuesday, November 10, 2009

Pedacinhos de tempo livre XII



[Em muito boa companhia.]

Monday, November 09, 2009

20 anos





Saturday, November 07, 2009

II Campanha Solidária "Um presente cheio de Natal" da Imaginarium



Mais informações aqui.

[O ano passado foi assim.]

Thursday, November 05, 2009

Cartas de Amor #32


Que suprema felicidade foi hoje a minha, querida desta alma! Como tu estavas linda, terna, amante, encantadora! Nunca te vi assim, nunca me pareceste tão bela. Que deliciosa variedade há em ti, minha R. adorada! Possuir-te é gozar de um tesouro infinito, inesgotável. Juro-te que já não tenho mérito em te ser fiel, em te protestar e guardar esta lealdade exclusiva que hei-de consagrar até ao último instante da minha vida: não tenho mérito algum nisso. Depois de ti, toda a mulher é impossível para mim, que antes de ti não conheci nenhuma que me pudesse fixar.

E o que eu te estimo e aprecio além disso! A ternura de alma verdadeira, que tenho por ti! Onde estavam no meu coração estes afectos que nunca senti, que só tu despertaste e que dão à minha alma um bem-estar tão suave? Realmente que te devo muito, que me fizeste melhor, outro do que nunca fui. O que sinto por ti é inexplicável. (…) Deixaste-me hoje num estado de felicidade tal, com tanta serenidade no coração, que não creio em toda a minha vida que ainda tivesse um dia assim. (…) Tinha desesperado de encontrar a mulher que Deus formara à minha semelhança - achei-a em ti, e já não desejo a vida senão para a gozar contigo e para me arrepender a teus pés do mal que fiz, do tempo que perdi, do que te roubei da minha existência para o mal empregar nas misérias de que me tenho querido ocupar. (...) Eu a ninguém amei, a ninguém hei-de amar senão a ti. (…) Teria remorso verdadeiro se tivesse amado a alguém antes de ti; era uma quase infidelidade que me não poderia perdoar.

[De Almeida Garrett para Rosa Montufar Infante]

A bit empty

Tuesday, November 03, 2009

Pedacinhos de tempo livre XI





















[A começar o Outono!]

Monday, November 02, 2009

I like Annie Leibovitz #4



[Carla Bruni]

Sunday, November 01, 2009

Qual Natal, qual quê!



O Pão por Deus é que devia ser quando um homem quiser!

Saturday, October 31, 2009

Happy Halloween!

(Quase) perfeito!



A Fee ofereceu-me este selinho já há imenso tempo. Não é fofinho?

Aqui vão as regras.

1ª - Linkar quem te indicou - A Fee do blog Devaneios no jardim.

2ª - Postar o selinho - ok!

3ª - Passar o selinho para 5 blogs e avisá-los

- Amor Perfeito
- Cerejas Maduras
- Liana's Secret Diary
- Sabores de Canela
- tatanita... nas nuvens

4ª - Responder às perguntas:

Mania:
Estacionar o carro naquele lugar, sei lá porquê.

Pecado Capital:
Dar uma espreitadela aqui!

Melhor cheiro do mundo:
Tantos: Biscoitos no forno, pão acabado de fazer, praia, Primavera, bebés acabados de tomar banho,...

Se o dinheiro não fosse problema (tipo se ganhasses o Euromilhões):
Viajava muito, muito!

História de infância:
E se eu não me lembrar de nenhuma? (...) Desculpem, mas não me lembro mesmo.

Habilidade como dona de casa:
Fazer doces e bolos e essas coisas.

O que eu não gosto de fazer em casa:
Passar a ferro é uma tarefa que dispensava.

Frase preferida:
Não gosto muito de frases feitas!

Passeio para o corpo:
Pelo mundo fora...

Passeio para a alma:
A praia no Inverno.

O que me irrita:
Ter que dizer a mesma coisa várias vezes.

Frase ou palavra que uses muito:
Hum, não me lembro de nenhuma.

Palavrão mais usado:
Ah, tudo depende do momento, podendo ser uma combinação de vários.

Vais aos arames quando:
Me tratam como se tivesse 6 anos.

Talento oculto:
Ou está mesmo muito oculto e eu ainda não o descobri ou não tenho mesmo.

Não importa que seja moda, eu não usaria nunca:
Padrões tigresse, "leopardesse" e por aí fora.

Queria ter nascido a saber:
Cantar.

Friday, October 30, 2009

Há quanto tempo não apalpas as tuas maminhas?



Todos os dias morrem 4 a 5 mulheres devido ao cancro da mama e todos os anos são diagnosticados cerca de 3800 novos casos, sendo este tipo de cancro o cancro feminino com maior incidência e com uma taxa de mortalidade mais alta. No Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama, convém lembrar que o rastreio e o diagnóstico precoce são fundamentais para fazer baixar estes números. Porque o cancro não escolhe raças, religiões ou estratos sociais. Porque um dia pode ser connosco.

ABC by Laidita - A



[Azul]

ABC by Laidita



Vi este desafio (já há bastante tempo que está nos Drafts) no Vagueando pelas Ruas e resolvi trazê-lo comigo. Segundo as regras da Lolipop, para cada letra do alfabeto surge uma palavra e uma razão que justifica a sua escolha (algo que tenha a ver com a pessoa que faz o desafio). Eu decidi adaptar as regras e vai ser assim: Uma letra, uma palavra, uma foto, um post. Se alguém quiser roubar a ideia, faça favor!

I'll be right back!

Thursday, October 29, 2009

Pedacinhos de tempo livre X















[A dizer Adeus! ao Verão]

Wednesday, October 28, 2009

Hum?!



" Há pessoas e lugares que nos deslumbram uma vez na vida e de onde não queremos partir."

E o que fazemos quando não nos estão destinados?

Constatações #3

O meu template fugiu.

Tuesday, October 27, 2009

Cartas de Amor #31


Tenho uma coisa estúpida e ridícula para te dizer. (…) Estou apaixonado por ti. Estou-o desde o primeiro dia. Pensei poder curar-me, pensando em ti simplesmente como amiga. Há muitas coisas no teu carácter que me podiam sarar. Tentei convencer-me de que o podia fazer eu. Mas sofro a cada momento que passo contigo. Prefiro dizer-to, e penso ter dito bem, pois vou sofrer menos depois de me rejeitares. (…) Mas peço-te, se pensas dizer-me que duvidas da verdade do que escrevo, então preferia que não me respondesses. Sei o que pensas de mim, e nada espero ao dizer-te isto. Apenas antevejo perder uma amiga e as únicas horas agradáveis que passei durante um mês. Mas sei que és gentil, que és amada, e confio em ti, não como amante, mas como uma franca e leal companhia. (…) Mas a verdade é que sofro, e o meu vigor esmorece.

[De Alfred de Musset para Amandine Aurore Lucile Dupin (George Sand)]

Monday, October 26, 2009

Sorte ao jogo...



Nada como começar a semana com a notícia de que ganhámos um presentinho num passatempo! Sempre dá um bocadinho de cor à segunda-feira!

Vindo daqui.

A importância de trabalhar em equipa

video

Sunday, October 25, 2009

Fazes-me falta.

Saturday, October 24, 2009

Impossível! [Ou talvez não!]



Ontem, enquanto fazia zapping, parei na RTP1. Estava a dar o Jogo Duplo e a pergunta era algo como "No filme Sex and the City de 2008, qual das amigas queria casar com Mr. Big?", sendo as opções: Samantha, Miranda ou Carrie.

Nenhum dos (5) concorrentes acertou!!!

Mas quem é que não conhece a Carrie e o Mr. Big?!

Thursday, October 22, 2009

Curtas



A minha curta preferida da colectânea Paris, je t'aime

Tuesday, October 20, 2009

Cartas de Amor #30


(…) Eu penso que me humanizas, e em breve me ensinarás que existe uma felicidade maior do que congeminar teorias e acumular factos em silêncio e solidão. Minha querida Emma, rogo com sinceridade que possas nunca lamentar a grande, e acrescento muito boa, obra que realizarás na terça-feira, minha futura e querida esposa, que Deus te abençoe…

[De Charles Darwin para Emma Wedgwood]

Sunday, October 18, 2009

Generatus #5

Laidita is currently out of her mind, but please feel free to leave a message.

[Generatus]

Friday, October 16, 2009

Até que enfim é sexta-feira!

Thursday, October 15, 2009

Cartas de Amor #29


Quem me dera ser uma ave: arrancaria uma pena às minhas asas e, voando ao céu, embebê-la-ia na tinta da aurora, naquela tinta vermelha com que os anjos escrevem cartinhas de namoro às estrelas… Quem me dera escrever-te com uma pena assim e com uma tinta igual: - eu seria, pela primeira vez, anjo e tu serias o que há muito és: - estrela! (…)

[De António Nobre para Cândida Ramos]

Blog Action Day 2009



Este ano sobre as alterações climáticas. Aqui fica o meu contributo.

Tuesday, October 13, 2009

Constatações #2

O novo anúncio do Pingo Doce é uma coisa do outro mundo.

[E isso não é necessariamente bom...]

Last movies seen



A força do destino. Ou a força que temos dentro de nós próprios.



Impossível ficar indiferente, principalmente se já se perdeu um amigo de 4 patas.



A bit silly...



Um filme de animação com bichinhos fofinhos. É o que se quer!



Como nas histórias de encantar, viveram (todos) felizes para sempre.

Sunday, October 11, 2009

[...]

Thursday, October 08, 2009

Cartas de Amor #28


Adeus. Não pretendo desejar-te felicidades, pois não está na tua natureza tê-las. Durante alguns anos podes cirandar em meios sociais fúteis. Mas chegará o tempo em que suspirarás por um coração amigo e desesperarás por um que te seja fiel. Então será a hora da punição; e recordarás o coração apaixonado que confiscaste, e o génio que traíste.

[De Benjamin Disraeli para Mary Ann Wyndham Lewis]

Tuesday, October 06, 2009

Do Ídolos



Os castings do Ídolos provocam uma inegável gargalhada fácil, mas também nos dão importantes lições para a vida. A saber: O rímel waterproof é um must have!

Monday, October 05, 2009

O que eu gosto destes nerds!



Só ainda não consegui decidir de qual eu gosto mais (tipo o Marco Paulo), se do estranho-a-atirar-para-o-psicótico Sheldon, se do saído-de-um-casting-para-integrar-os-Beatles (os originais, claro) Howard.

Sunday, October 04, 2009

Operação Nariz Vermelho



Saber mais aqui.

Thursday, October 01, 2009

Cartas de Amor #27


(…) Oh Phoebe, quero-te muito. És a única pessoa do mundo de que mais necessito. Outras pessoas foram-me mais ou menos agradáveis, mas penso que estive sempre mais à vontade sozinho que na companhia de outros, antes de te conhecer. E agora só sou eu mesmo quando estás próxima de mim. És uma mulher inefável e adorada. (…) Se continuasse a escrever, seria para dizer das muitas saudades e do meu muito amor, e, como são impossíveis de expressar, é melhor que termine.

[De Nathaniel Hawthorne para Sophia Peabody]

What would life be without music?



1/10 - Dia Mundial da Música

10.000